Milho: B3 segue realizando lucros nesta quinta-feira

A quinta-feira (06) segue com os preços futuros do milho mais fracos na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,23% e 1,35% por volta das 11h56 (horário de Brasília).
O vencimento maio/21 era cotado à R$ 101,37 com baixa de 0,23%, o julho/21 valia R$ 101,92 com perda de 1,30%, o setembro/21 era negociado por R$ 100,12 com desvalorização de 1,35% e o novembro/21 tinha valor de R$ 100,69 com queda de 1,28%.
De acordo com a análise da Agrifatto Consultoria, os últimos pregões da B3 foram marcados por novo ajuste e realização de lucros fazendo os contratos recuarem. Enquanto isso, o mercado físico segue com as negociações do cereal sem alterações com a saca em Campinas/SP sendo cotada à R$ 100,00.
Mercado Externo
Já a Bolsa de Chicago (CBOT) segue em alta para os preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 1,25 e 15,25 pontos por volta das 11h47 (horário de Brasília).
O vencimento maio/21 era cotado à US$ 7,54 com ganho de 1,25 pontos, o julho/21 valia US$ 7,14 com alta de 6,00 pontos, o setembro/21 era negociado por US$ 6,40 com elevação de 9,50 pontos e o dezembro/21 tinha valor de US$ 6,20 com valorização de 15,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os mercados de milho pareceram inalterados depois que a China cancelou 5,5 milhões de bushels de vendas de exportação de milho para 2020/21 na manhã de ontem. Os preços corresponderam a uma alta de 2013 (US$ 7,23 / bushel) no comércio da madrugada, antes de recuarem, já que as condições de seca no Brasil e as consequentes previsões de oferta global contrabalançaram os planos da China de aumentar a produção de milho nesta primavera.
A publicação destaca que, o gabinete da China concordou da noite para o dia em aumentar os subsídios para produtores de milho e soja em resposta aos altos preços internacionais dos grãos e à potencial escassez. O esforço pode valer a pena para a segunda maior economia do mundo - as autoridades estaduais já estão esperando uma safra abundante de grãos neste verão, exceto qualquer dano climático significativo.
0 comentário
Após cair em 5 dos últimos 6 pregões, futuros do milho voltam a fechar com ganhos em Chicago nesta quinta-feira
Brasil fecha julho com 1,9 milhão de toneladas de milho exportadas e expectativa de avanço em agosto
Número de vendas divulgado pelo USDA pressiona os futuros do milho em Chicago
Milho ainda sente pressão do clima nos EUA, mas alta do petróleo traz alguma força para Chicago nesta quinta-feira
Milho fecha em baixa em Chicago e na B3 com clima favorável nos EUA e recuo do petróleo nesta 4ª
StoneX prevê safra de milho dos EUA em 16,16 bi bushels, acima do número do USDA