Milho segue recuando na B3 acompanhando dólar e aumento dos juros

A sexta-feira (19) segue sendo negativa para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações baixistas entre 1,26% e 1,83% por volta das 11h35 (horário de Brasília).
O vencimento maio/21 era cotado à R$ 91,64 com perda de 1,78%, o julho/21 valia R$ 87,62 com queda de 1,40%, o setembro/21 era negociado por R$ 82,30 com desvalorização de 1,83% e o novembro/21 tinha valor de R$ 83,24 com baixa de 1,26%.
De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, a B3 teve quedas intensas enquanto os preços do mercado físico ficaram estagnados em maio a combinação de aumento de taxas de juros no Brasil e do FED declarando que não deverá aumentar os juros nos Estados Unidos até 2023, o que levou as cotações do dólar a apresentaram queda de 0,57%.
Mercado Externo
Já a Bolsa de Chicago (CBOT) se recuperou para os preços internacionais do milho futuro nesta sexta-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,75 e 7,00 pontos por volta das 11h35 (horário de Brasília).
O vencimento maio/21 era cotado à US$ 5,53 com valorização de 7,00 pontos, o julho/21 valia US$ 5,35 com elevação de 4,75 pontos, o setembro/21 foi negociado por US$ 4,87 com alta de 1,50 pontos e o dezembro/21 tinha valor de US$ 4,68 com ganho de 0,75 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, as de três grandes vendas diárias consecutivas de exportação instantânea de milho para a China esta semana passaram a pesar mais sob os mercados de milho nesta manhã, superando às chuvas na Argentina, que provavelmente irão melhorar as condições de fornecimento na região, bem como deteriorar as negociações comerciais entre os EUA e a China.
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