Milho: primeiro contratos da B3 abrem a 2ªfeira caindo

A segunda-feira [15] começa com os preços futuros do milho operando em campo misto na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações entre 0,44% negativo e 0,12% positivo por volta das 10h49 (horário de Brasília).
O vencimento março/21 era cotado à R$ 91,80 com queda de 0,38%, o maio/21 valia R$ 92,59 com perda de 0,44%, o julho/21 era negociado por R$ 87,75 com baixa de 0,17% e o setembro/21 tinha valor de R$ 83,30 com alta de 0,12%.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também iniciou as atividades desta semana em campo misto para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam movimentações entre 2,25 pontos negativos e 2,75 pontos positivos por volta das 10h44 (horário de Brasília).
O vencimento maio/21 era cotado à US$ 5,41 com elevação de 2,25 pontos, o julho/21 valia US$ 5,31 com alta de 2,75 pontos, o setembro/21 foi negociado por US$ 4,94 com queda de 1,25 pontos e o dezembro/21 tinha valor de US$ 4,76 com perda de 2,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os futuros caíram um pouco nas negociações da madrugada, já que os investidores avaliam a fraca demanda por suprimentos dos Estados Unidos em comparação com as contínuas adversidades climáticas em partes da América do Sul.
"Os exportadores ainda não relataram uma venda de 100.000 toneladas ou mais de qualquer produto agrícola dos EUA desde 2 de março. Antes disso, foi em 12 de fevereiro quando o USDA relatou pela última vez uma venda de 100.000 toneladas ou mais", relata o analista Tony Dreibus.
A publicação destaca ainda que, a sustentação dos preços, no entanto, é advinda do clima extremamente úmido no Brasil e do clima seco na Argentina. "Os problemas climáticos em curso vêm elevando os preços há semanas", diz Dreibus.
Relembre como fechou o mercado na última sexta-feira:
>> Preço do milho encerra a semana mais uma vez em alta no mercado físico
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