Milho: B3 recua dos R$ 90,00, mas segue em alta nesta quarta-feira

A quarta-feira (13) segue sendo positiva para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações subindo entre 0,24% e 2,25% por volta das 11h56 (horário de Brasília).
O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 84,04 com ganho de 0,24%, o março/21 valia R$ 89,43 com alta de 0,88%, o maio/21 era negociado por R$ 85,70 com elevação de 0,94% e o julho/21 tinha valor de R$ 79,70 com valorização de 2,25%.
De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, com a forte alta observada em Chicago o preço do milho em São Paulo continuou firme. “Os produtores que ainda detêm milho forçam a pedida nos R$ 85,00/sc, no entanto, a maioria dos negócios no estado paulista acontecem na casa dos R$ 84,00/sc”.
Mercado Externo
Os preços internacionais do milho futuro também mantiveram seus caminhos altistas nesta quarta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 3,50 e 17,00 ponto por volta das 11h47 (horário de Brasília).
O vencimento março/21 era cotado à US$ 5,33 com ganho de 15,75 pontos, o maio/21 valia US$ 5,36 com valorização de 17 pontos, o julho/21 era negociado por US$ 5,33 com elevação de 16,75 pontos e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,.83 com alta de 3,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho subiram para máximas de sete anos e meio esta manhã, com uma previsão de oferta restrita do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ontem, elevando os patamares de preços dos contratos.
“As altas do milho acabaram de receber a alimentação de que precisam, após os relatórios otimistas do USDA de ontem. Mesmo em meio a reduções na demanda doméstica para ração animal, etanol e - surpreendentemente - exportações, os rendimentos piores do que o esperado para 2020 apagaram 151 milhões de bushels dos estoques finais de 2020/21”, aponta a analista Jacqueline Holland.
A publicação ainda destaca que, o fornecimento de milho dos Estados Unidos está agora no nível mais apertado desde a campanha de comercialização de 2013/14.
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