Cotações do milho seguem em alta nas bolsas nesta quarta-feira

A quarta-feira (16) se mantém positiva para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações altistas entre 0,01% e 0,52% por volta das 11h56 (horário de Brasília).
O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 76,70 com valorização de 0,5 o março/21 valia R$ 76,91 com ganho de 0,01%, o maio/21 era negociado por R$ 73,10 com elevação de 0,27% e o setembro/21 tinha valor de R$ 64,25 com alta de 0,39%.
De acordo com a análise da Agrifatto Consultoria, estes tem sido dias “com preços estáveis em grande parte do país, com compradores e vendedores se mantendo afastado dos negócios”.
O analista de mercado da Germinar Corretora, Roberto Carlos Rafael, espera que os preços do milho sigam altos e extremamente rentáveis para os produtores brasileiros durante o ano de 2021.
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Os preços internacionais do milho futuro também seguem em alta na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta quarta-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 1,25 e 3,00 pontos por volta das 11h47 (horário de Brasília).
O vencimento março/21 era cotado à US$ 4,27 com valorização de 3,00 pontos, o maio/21 valia US$ 4,30 com ganho de 2,50 pontos, o julho/21 era negociado por US$ 4,31 com elevação de 2,25 pontos e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,15 com alta de 1,75 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho seguiram a alta do complexo da soja esta manhã com as preocupações com os danos causados pela seca nas safras de milho da América do Sul continuando no mercado, apesar das chuvas recentes.
Além disso, os traders devem olhar para os dados divulgados pela Administração de Informações de Energia dos EUA hoje para orientação sobre como a indústria do etanol está resistindo à última rodada de restrições relacionadas ao coronavírus.
“A indústria tem demorado a responder à queda na demanda de combustível do consumidor, já que a pandemia está causando estragos em todo o mundo. os primeiros sinais indicam que uma ligeira contração é provavelmente inevitável para a indústria do etanol nas próximas semanas. A demanda por gasolina caiu mais de 13% desde o início de novembro, à medida que os casos aumentaram”, aponta a analista Jacqueline Holland.
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