Milho futuro abre a quarta-feira em baixa na B3 e em Chicago

A quarta-feira (02) começa com os preços futuros do milho novamente recuando na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 2,05% e 3,37% por volta das 09h14 (horário de Brasília).
O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 73,95 com baixa de 2,05%, o março/21 valia R$ 73,83 com perda de 2,46%, o maio/21 era negociado por R$ 70,95 com queda de 2,14% e o julho/21 tinha valor de R$ 66,00 com desvalorização de 3,37%.
Os contratos do cereal brasileiro estendem suas perdas após fecharem o pregão da última terça-feira caindo 3,29% para o janeiro/21, 2,96% para o março/21, 2,55% para o maio/21 e 0,70% para o julho/21.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também abre os trabalhos em baixa para os preços internacionais do milho futuro nesta quarta-feira. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 4,25 e 5,00 pontos por volta das 09h08 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 4,10 com queda de 4,25 pontos, o março/21 valia US$ 4,15 com desvalorização de 5,00 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 4,19 com perda de 4,75 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 4,20 com baixa de 4,75 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros de grãos caíram no comércio da madrugada devido à falta de demanda por exportações de suprimentos dos Estados Unidos.
“Nenhuma nova venda de 100.000 toneladas foi relatada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) ontem, marcando agora mais de três semanas desde que tal anúncio foi feito para a soja”, aponta o analista Tony Dreibus.
A publicação destaca que houve várias vendas de milho relatadas desde a última vez da soja em 9 de novembro, mas a falta de grandes compras por importadores, incluindo a China, está causando preocupação.
“Os preços também podem estar caindo à medida que investidores especulativos que estavam comprados no mercado, ou apostaram em preços mais altos, liquidam suas posições e vendem seus contratos”, acrescenta Dreibus.
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