Milho recua na B3 nesta 3ªfeira com demanda tímida

A Bolsa Brasileira (B3) perdeu força nesta terça-feira (01) e passou a operar em queda para os preços futuros do milho. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,29% e 1,32% por volta das 11h49 (horário de Brasília).
O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 77,05 com perda de 1,31%, o março/21 valia R$ 77,00 com desvalorização de 1,28%, o maio/21 era negociado por R$ 73,42 com baixa de 1,32% e o julho/21 tinha valor de R$ 68,58 com queda de 0,29%.
De acordo com a Agrifatto Consultoria, este é mais um dia de fraqueza para as cotações do milho. “A demanda, tanto interna quanto externa, está mais tímida”.
Mercado Externo
Já os preços internacionais do milho futuro mantiveram leves altas na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,25 e 1,00 ponto por volta das 11h41 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 4,20 com ganho de 1,00 ponto, o março/21 valia US$ 4,26 com valorização de 0,25 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 4,29 com elevação de 0,50 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 4,30 com alta de 0,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho subiram esta manhã, com os contratos de dezembro entrando no período de entrega. O complexo de milho seguiu a força dos complexos de soja e trigo no comércio noturno.
“A alta no mercado de milho em meio à crescente demanda de importação chinesa por milho dos EUA fez com que especuladores recomprassem milho na semana que terminou em 24 de novembro. Os fundos elevaram sua posição compradora líquida de milho para 287.599 contratos”, destaca a analista Jacqueline Holland.
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