Milho segue firme na B3, mas negócios continuam travados

A quarta-feira (04) acumula ganhos para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,74% e 1,40% por volta das 11h49 (horário de Brasília).
O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 82,73 com valorização de 1,40%, o janeiro/21 valia R$ 83,40 com elevação de 1,15%,o março/21 era negociado por R$ 82,00 com alta de 0,74% e o maio/21 tinha valor de R$ 75,00 com ganho de 1,15%.
De acordo com a análise da Agrifatto Consultoria, a semana já começou com os preços firmes no mercado de milho brasileiro. “A união de dólar, CBOT e exportações elevadas deu sustentação para a cotação do cereal. Ainda assim, os negócios continuam travados, com os compradores receosos em fazer novas compras”.
Mercado Externo
Os preços internacionais do milho futuro operavam com leves quedas na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta quarta-feira. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,25 e 1,25 pontos por volta das 11h41 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 3,99 com desvalorização de 1,25 pontos, o março/21 valia US$ 4,05 com perda de 0,50 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 4,08 com baixa de 0,50 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 4,10 com queda de 0,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho foram misturados esta manhã, enquanto os mercados de commodities aguardavam os resultados da eleição presidencial.
A publicação pontua ainda que o peso mexicano enfraqueceu em relação ao dólar americano, com a volatilidade em torno do resultado da eleição presidencial dos Estados Unidos afetando os mercados.
“À medida que o peso enfraquece, é menos provável que o México compre milho americano com preços mais elevados. Isso poderia impactar a demanda de exportação de milho e ter uma influência negativa nos preços do milho se as tendências recentes de compra de milho pela China desacelerarem. O México é o maior comprador internacional de milho dos EUA”, diz a analista Jacqueline Holland.
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