Milho passa a operar em alta na B3 nesta 4ªfeira acompanhando mudança no dólar

Os preços futuros do milho ganharam força nesta quarta-feira (07) e passaram a subir na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,75% e 1,90% por volta das 11h49 (horário de Brasília).
O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 69,54 com elevação de 1,08%, o janeiro/21 valia R$ 69,70 com ganho de 1,28%, o março/21 era negociado por R$ 69,70 com valorização de 1,90% e o maio/21 tinha valor de US$ 65,89 com alta de 0,75%.
O câmbio mais uma vez ajudou os contratos do cereal brasileiro. Por volta das 11h58 (horário de Brasília), o dólar subia 0,47% e era cotado à R$ 5,62.
Mercado Externo
Os preços internacionais do milho futuro seguem contabilizando ganhos na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta quarta-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 3,50 e 4,75 pontos por volta das 11h41 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 3,89 com valorização de 4,75 pontos, o março/21 valia US$ 3,98 com elevação de 4,00 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 4,03 com alta de 4,00 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 4,06 com ganho de 3,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures os futuros do milho subiram esta manhã, seguindo a força nos mercados de trigo e soja, que foram influenciados pelas condições de plantio seco nos EUA, Rússia e Ucrânia, bem como as condições de cultivo seco na Argentina enfraqueceram as perspectivas de rendimento do trigo ao redor do mundo, e pelas condições de solo seco no Brasil que continuam atrasando o plantio da soja, potencialmente reduzindo o tamanho da safra brasileira.
Agora o mercado espera que os dados semanais de produção de etanol divulgados hoje pela Administração de Informações de Energia dos Estados Unidos busquem interromper quatro semanas consecutivas de queda na produção.
“A produção de etanol caiu 6,4% nas últimas quatro semanas, para 37 milhões de galões/dia de produção, os menores níveis de produção desde meados de junho, quando a demanda por gasolina estava se recuperando dos dias mais sombrios da pandemia”, aponta a analista Jacqueline Holland.
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