Milho: estoques dos EUA impulsionam cotações na B3 e na CBOT

Os preços futuros do milho ganharam ainda mais força na Bolsa Brasileira (B3) nesta quarta-feira (30). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 1,85% e 2,47% por volta das 14h14 (horário de Brasília).
O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 66,60 com alta de 1,85%, o janeiro/21 valia R$ 66,75 com elevação de 1,97%, o março/21 era negociado por R$ 66,71 com valorização de 2,47% e o maio/21 tinha valor de R$ 63,00 com ganho de 2,46%.
O câmbio seguiu dando algum suporte aos contratos do cereal brasileiro. Por volta das 14h18 (horário de Brasília), o dólar subia 0,11% e era cotado à R$ 5,63. Apesar disso, a grande força na B3 veio mesmo das movimentações internacionais na Bolsa de Chicago.
Mercado Externo
Após começar o dia em queda, os preços internacionais do milho futuro explodiram e passaram e registrar grandes altas na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 15,25 e 16,25 pontos por volta das 14h08 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 3,81 com valorização de 16,25 pontos, o março/21 valia US$ 3,90 com ganho de 16,25 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 3,95 com elevação de 16 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 3,99 com alta de 15,25 pontos.
A mudança de rumo nas cotações veio após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgar seu novo relatório de estoques trimestrais apresentando números abaixo do esperado pelo mercado.
Os estoques trimestrais do milho foram reportados em 2 bilhões de bushels (50,8 milhões de toneladas) enquanto o mercado esperava 2,25 bilhões de bushels (57,15 milhões de toneladas). Este volume representou queda de 10,7% com relação as 56,9 milhões de toneladas registradas nos estoques no mês de setembro de 2019.
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