Milho: dólar sobe e B3 acompanha nesta quarta-feira

A quarta-feira (30) começa com os preços futuros do milho subindo na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,52% e 1,54% por volta das 09h21 (horário de Brasília).
O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 65,73 com alta de 0,52%, o janeiro/21 valia R$ 65,80 com elevação de 0,52%, o março/21 era negociado por R$ 66,10 com valorização de 1,54% e o maio/21 tinha valor de R$ 61,95 com ganho de 0,75%.
As movimentações cambiais deste início de manhã também ajudavam os contratos do cereal. Por volta das 09h26 (horário de Brasília), o dólar subia 0,23% e era cotado à R$ 5,64.
Mercado Externo
Já os preços internacionais do milho futuro abriram a quarta-feira mantendo o caminho de baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,25 e 1,50 pontos por volta das 09h08 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 3,63 com desvalorização de 1,50 pontos, o março/21 valia US$ 3,72 com queda de 1,50 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 3,78 com perda de 1,25 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 3,82 com baixa de 1,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, o milho cai novamente, já que a colheita continua avançando com o clima seco em grande parte do Meio-Oeste.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou na última segunda-feira que 15% da safra de milho dos EUA foi colhida até o último domingo (27), ante 8% na semana anterior, mas abaixo da média de 16% para esta época do ano.
A publicação destaca ainda que, qualquer atraso generalizado na colheita nas próximas semanas deve se limitar ao noroeste do Meio-Oeste, uma vez que espera-se que grande parte do cinturão do milho esteja seco, embora algumas chuvas possam cair em partes de Iowa e no norte de Illinois.
“As chuvas serão limitadas nas próximas duas semanas e ajudarão a colheita de milho do Meio-Oeste e Delta”, disse o Commodity Weather Group.
Outro ponto de destaque é o aguardo pelo relatório que o USDA deve divulgar ainda hoje atualizando os estoques de milho. Os analistas esperam que os números dos estoques de milho da safra antiga sejam ampliados.
“Os estoques de milho em 1º de setembro estão estimados por analistas em 2,25 bilhões de bushels (57,150 milhões de toneladas). Isso é acima dos 2,11 bilhões de bushels (53,594 milhões de toneladas) que estavam armazenados em 1º de setembro de 2019”, disse a consultoria Allendale em nota aos clientes.
Relembre como fechou o mercado na última terça-feira:
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