Milho perde força na B3 e acompanha baixas do dólar nesta quarta-feira

Os preços futuros do milho perderam força na Bolsa Brasileira (B3) nesta quarta-feira (09). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,26% e 1,54% por volta das 11h42 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/20 era cotado à R$ 57,61 com valorização de 1,44%, o novembro/20 valia R$ 57,63 com alta de 1,40%, o janeiro/21 era negociado por R$ 57,65 com ganho de 0,96% e o março/21 tinha valor de R$ 57,05 com elevação de 0,26%.
As movimentações cambiais também eram negativas nesta quarta-feira. A moeda americana caia 1,18% e era cotada à R$ 5,29 por volta das 12h00 (horário de Brasília).
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) mantém as baixas para os preços internacionais do milho futuro nesta quarta-feira. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,00 e 2,25 pontos por volta das 11h47 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/20 era cotado à US$ 3,50 com baixa de 1,00 ponto, o dezembro/20 valia US$ 3,59 com desvalorização de 2,25 pontos, o março/21 era negociado por US$ 3,70 com queda de 2,00 pontos e o maio/21 tinha valor de US$ 3,76 com perda de 1,75 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho caíram esta manhã depois que o relatório de progresso da safra de ontem foi encontrado em linha com as expectativas do mercado. A chuva nas previsões ao longo das planícies e em Iowa hoje também ajudará as condições da safra.
“As avaliações do milho continuaram mais baixas no último relatório de progresso da safra de ontem. Conforme esperado pelo comércio, as classificações caíram para 61% de bom a excelente na semana encerrada em 6 de setembro de 2020”, aponta a analista Jacqueline Holland.
A publicação destaca ainda que, as temperaturas mais frias e um pouco de chuva do furacão Laura no início da semana passada evitaram uma queda maior, embora uma onda de calor nas planícies neste fim de semana condições deterioradas em Nebraska (-2%), Iowa (-2%), Kansas (-3%) e Dakota do Sul (-6%).
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