B3 tem leves quedas para o milho nesta sexta-feira

Os contratos do cereal brasileiro recuam na Bolsa Brasileira (B3) nesta sexta-feira (21) após subirem 1% na última quinta-feira. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,30% e 0,71% por volta das 11h42 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/20 era cotado à R$ 59,97 com desvalorização de 0,71%, o novembro/20 valia R$ 59,71 com perda de 0,33%, o janeiro/21 era negociado por R$ 59,62 com queda de 0,30% e o março/21 tinha valor de R$ 58,70 com perda de 0,68%.
O dólar, por outro lado, subiu ante ao real nesta manhã. Por volta das 11h46 (horário de Brasília), a moeda americana era cotada à R$ 5,61 com alta de 0,99%.
Mercado Externo
Já os preços internacionais do milho futuro ganharam mais força na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta sexta-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,25 e 2,00 pontos por volta de 11h20 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/20 era cotado à US$ 3,26 com valorização de 2,00 pontos, o dezembro/20 valia US$ 3,40 com elevação de 1,25 pontos, o março/21 era negociado por US$ 3,52 com alta de 0,50 pontos e o maio/21 tinha valor de US$ 3,60 com ganho de 0,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho subiram esta manhã, já que as preocupações com os danos à safra em Iowa agitaram os mercados durante a noite.
A publicação destaca também as dificuldades enfrentadas pela China, o segundo maior produtor, e consumidor, de milho do mundo. “A destrutiva lagarta do cartucho foi encontrada na província chinesa de Liaoning, ameaçando as safras chinesas de milho. Cerca de 2,6 milhões de acres foram danificados pela lagarta já este ano, atingindo o cinturão do milho no nordeste, onde a China cultiva a maioria de seu milho”, relata a analista Jacqueline Holland.
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