Milho: B3 sobe nesta quinta-feira com negociações travadas

Os preços futuros do milho seguem subindo na Bolsa Brasileira (B3) nesta quinta-feira (30). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,82% e 1,28% por volta das 11h49 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/20 era cotado à R$ 49,31 com valorização de 1,21%, o novembro/20 valia R$ 50,60 com alta de 1,20%, o janeiro/21 era negociado por R$ 51,44 com elevação de 0,82% e o março/21 tinha valor de R$ 51,60 com ganho de 1,28%.
De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, este é mais um dia calmo no mercado de milho brasileiro, com os preços em São Paulo ainda flertando com os R$ 49,00/sc, apesar do dólar ter se assentado na casa dos R$ 5,15 e a CBOT afundando nos últimos dias.
“As negociações do cereal no país seguem travadas. Com grande parte da safra colhida já negociada, há pouco espaço para realização de novos negócios”.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também opera em alta para os preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 1,25 e 1,75 pontos por volta das 11h38 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/20 era cotado à US$ 3,17 com valorização de 1,50 pontos, o dezembro/20 valia US$ 3,28 com elevação de 1,75 pontos, o março/21 era negociado por US$ 3,39 com ganho de 1,25 pontos e o maio/21 tinha valor de US$ 3,47 com alta de 1,25 pontos.
Segundo informações do site Farm Futures, o complexo futuro de milho registrou seus primeiros ganhos da semana nesta manhã em uma rodada de compras técnicas, apesar das previsões de rendimentos da linha de tendência na próxima safra.
Agora o mercado espera que as vendas de exportação de milho sejam significativamente menores no relatório de exportação desta manhã, uma vez que os níveis de vendas são moderados após o relatório da semana passada, com vendas chinesas recorde.
“As vendas de exportação de milho para 2019/20 são projetadas em 7,9 milhões - 21,7 milhões de bushels (200.660 e 551.180 toneladas), enquanto as vendas de exportação para 2020/21 são estimadas entre 15,7 milhões - 39,4 milhões de bushels (398.780 e 1 milhão de toneladas)”, relata a analista Jacqueline Holland.
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