Milho: B3 registra queda neste inicio de quarta-feira seguindo baixa do dólar

A quarta-feira (17) começa com leves baixas para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações negativas de até 0,23% por volta das 09h14 (horário de Brasília).
O vencimento julho/20 era cotado à R$ 44,40 com queda de 0,22%, o setembro/20 tinha valor de R$ 43,80 com queda de 0,23% e o novembro/20 era negociado por R$ 46,50 com estabilidade.
Os contratos brasileiros do cereal segue andando lado a lado com as movimentações cambiais, já que o dólar começou o dia caindo 1,10% e sendo cotado à R$ 5,18 por volta das 09h18 (horário de Brasília).
Mercado Externo
A trajetória descendente estava presente também na Bolsa de Chicago (CBOT) para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações começaram o dia com movimentações negativas entre 1,50 e 2,50 pontos por volta das 09h07 (horário de Brasília).
O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,26 com desvalorização de 2,50 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,31 com perda de 2,50 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,40 com baixa de 2,00 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,52 com queda de 1,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho operam em baixa em meio às previsões metrológicas favoráveis para a safra americana e preços mais baixos no setor de energia.
A publicação ainda aponta que, a crescente demanda por gasolina à medida que mais americanos aumentam as viagens de verão provavelmente aumentará a produção semanal de etanol no relatório de status de inventário de petróleo de hoje da US Energy Information Administration.
“Em 5 de junho, a produção de etanol havia aumentado em 12,6 milhões de galões de produção semanal para 35,2 milhões de galões. Embora esse aumento de 55,9% na produção tenha impulsionado o consumo semanal de milho para etanol para cerca de 91,1 milhões de bushels, o mercado permanece incerto sobre quanto tempo durará o ciclo do etanol”, comenta a analista Jacqueline Holland.
Relembre como fechou o mercado na última terça-feira:
>> Milho: terça-feira opõe forças da colheita e alta do dólar nas cotações do Brasil
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