Milho: queda do dólar pressiona cotações na B3

A Bolsa Brasileira (B3) segue com movimentações de baixa para os preços futuros do milho nesta sexta-feira (05). As principais cotações registravam flutuações negativas de até 1% por volta das 11h42 (horário de Brasília).
O vencimento julho/20 era cotado à R$ 43,56 com queda de 0,77%, o setembro/20 valia R$ 42,72 com perda de 0,95%, o novembro/20 era negociado por R$ 45,34 com desvalorização de 1% e o janeiro/20 tinha valor de R$ 47,02 com alta de 0,04%.
As cotações futuras do milho retomaram o caminho negativo após o dólar voltar a perder força ante ao real. Por volta das 11h58 (horário de Brasília) o dólar era cotado à R$ 4,96 com queda de 2,99%.
Mercado Externo
Já a Bolsa de Chicago (CBOT) registrava estabilidade para os preços internacionais do milho futuro neste último dia da semana. As principais cotações operavam com movimentações máximas de 0,50 pontos por volta das 11h47 (horário de Brasília).
O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,29 com alta de 0,50 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,33 com ganho de 0,50 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,43 com elevação de 0,50 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,55 com valorização de 0,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Barchart, o milho está um pouco mais alto nesta manhã, depois de registrar ganhos de até 5 centavos por bushel na quinta-feira. Entre os fatores citados para esta valorização estão as novas encomendas de milho e as exportações semanais mais altas.
Por outro lado, a Agência Reuters destaca que as expectativas para a safra americana abundante e a preocupação com o tamanho da demanda pelo cereal atuam para limitar a força das cotações.
0 comentário
Milho: B3 volta a subir nesta 5ª feira com clima preocupando para safrinha
Milho cai mais de 2% em Chicago nesta 4ª feira, acompanhando forte baixa do petróleo
Tamanho da safrinha de milho gera muitas incertezas no BR e mercado ainda não precificou perdas
Importação de insumos e geopolítica pautam 4º Congresso Abramilho
Futuros do milho fecham a 2ªfeira subindo mais de 1% em Chicago com força da soja, petróleo e exportações
Força da soja e do petróleo impulsionam cotações do milho que voltam a subir em Chicago nesta segunda-feira