Milho sobe na B3 com aumento dos preços na cadeia de aves e suínos

A segunda-feira (11) registra leves ganhos para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,30% e 0,66% por volta das 12 horas (horário de Brasília).
O vencimento maio/20 era cotado à R$ 50,10 com elevação de 0,30%, o julho/20 valia R$ 47,20 com alta de 0,45%, o setembro/20 era negociado por R$ 45,55 com valorização de 0,66% e o novembro/20 tinha valor de R$ 47,85 com estabilidade.
De acordo com a Agrifatto Consultoria, a recuperação dos preços nas cadeias de aves e suínos junto a alta no dólar deu maior ânimo para as vendas no mercado físico do milho e o patamar de R$ 50,00/sc deve seguir sustentado até a chegada do milho safrinha, enquanto o dólar continuar acima dos R$ 5,50. “Além disso, o aumento de 12% na gasolina divulgado pela Petrobras dá maior sustentação ao etanol e assim solidifica o atual patamar do milho”.
Mercado Externo
Já a Bolsa de Chicago (CBOT) opera com pouca movimentação e resultados negativos para os preços internacionais do milho futuro nesta segunda-feira (11). As principais cotações registravam quedas entre 0,25 e 0,75 pontos por volta das 11h56 (horário de Brasília).
O vencimento maio/20 era cotado à US$ 3,18 com baixa de 0,25 pontos, o julho/20 valia US$ 3,19 com baixa de 0,25 pontos, o setembro/20 era negociado por US$ 3,24 com estabilidade e o dezembro/20 tinha valor de R$ 3,35 com desvalorização de 0,75 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, as preocupações com o clima frio e a forte demanda de exportação sustentaram a força do complexo de milho nesta manhã em Chicago.
A publicação ainda aponta que temperaturas frias no fim de semana podem impedir o progresso da emergência para a safra de milho nos EUA. Na semana passada, 8% da safra foi semeada, apesar de 51% dos hectares de milho já estarem plantados.
“Espere ver o ritmo acelerado do plantio continuar no relatório de hoje, mas não prenda a respiração com altos números de emergência, pois as temperaturas do solo permanecem baixas”, diz a analista Jacqueline Holland.
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