Adido do USDA no Brasil reduz estimativa de safra de milho para 100 milhões de t

O adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no Brasil reduziu sua estimativa para a produção brasileira de milho em 2019/20 em 1 milhão de toneladas, para 100 milhões de toneladas. Segundo o escritório, a redução se deve a rendimentos mais fracos no Rio Grande do Sul após um período prolongado de estiagem.
A área plantada foi mantida em 18,1 milhões de hectares. O escritório também manteve sua projeção de exportações em 34 milhões de toneladas.
Já a estimativa de consumo doméstico foi reduzida em 1 milhão de toneladas, para 67 milhões. Essa redução foi baseada em uma série de fatores, disse o adido, como possíveis efeitos da disseminação do coronavírus e a expectativa de menor demanda por etanol de milho.
Para 2020/21, a expectativa de produção é de 103 milhões de toneladas, com base em uma área de 18,5 milhões de hectares e produtividade de 5,57 toneladas por hectare.
O adido projetou as exportações em 2020/21 em 36 milhões de toneladas, refletindo o esperado aumento da produção e a expectativa de que o real continue enfraquecido.
O consumo doméstico deve ser de 69 milhões de toneladas, com uma esperada recuperação do mercado e da demanda por etanol de milho, disse o escritório.
O adido observou que a pandemia de coronavírus, por enquanto, teve impacto mínimo sobre a produção de milho no Brasil.
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