América Central inicia retirada de moradores diante da chegada da tempestade tropical Iota

CIDADE DA GUATEMALA (Reuters) - Com a aproximação da tempestade tropical Iota à América Central, autoridades estão incentivando as comunidades retirarem moradores antes que ela produza enchentes que “colocarão vidas em risco” na região que ainda se recupera da devastação do furacão Eta.
Iota deve se intensificar e se transformar em um grande furacão, ou ficar muito perto disse, quando atingir as selvas da costa Miskito na Nicarágua e em Honduras, na segunda-feira.
A tempestade chega enquanto a América Central ainda lida com a destruição trazida pelo furacão Eta, que atingiu a região duas semanas atrás, com enchentes e deslizamentos de terra que causaram mortes em uma imensa faixa de terra entre o Panamá e o sul do México.
Na manhã de sábado, autoridades da Guatemala disseram que os deslizamentos de terra soterraram 10 pessoas no Estado de Chiquimula, perto da fronteira com Honduras. Trabalhadores de emergência tinham resgatado duas pessoas e recuperado três corpos até agora. Cinco pessoas ainda estavam desaparecidas.
Os deslizamentos de sábado aconteceram depois do colapso parcial de uma montanha em cima da vila de Queda, na região de Alta Verapaz, centro da Guatemala, que matou e soterrou dúzias de moradores.
O Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC, sigla em inglês) alerta que a tempestade Iota pode produzir enchentes e deslizamentos entre o norte da Colômbia e a América Central a partir de segunda-feira. Deve chegar a ventos máximos de 177 kms/h ao se aproximar da terra.
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