Citros: Volume de precoces aumenta nas regiões citrícolas
Apesar de ainda estarem fora do estágio ideal de maturação, as laranjas precoces da safra 2020/21 têm sido comercializadas no mercado in natura para suprir a baixa oferta de pera temporã e de tardias. Além disso, a moagem está desacelerada nas indústrias paulistas, o que implica no direcionamento quase exclusivo das frutas ao mercado de mesa.
Dessa forma, nesta semana (23 a 27/03), a variedade hamlin registrou média de R$ 28,23/cx de 40,8 kg, na árvore, alta de 7,7% frente à semana passada. Já para a pera, o cenário foi de leve alta (+ 0,6%), sendo comercializada a R$ 35,77/cx de 40,8 kg. É válido ressaltar, também, que a demanda esteve mais aquecida – principalmente no início desta semana – apesar das paralisações e período de isolamento social.
Em relação a lima ácida tahiti, os preços subiram expressivamente nos últimos dias. As vendas foram impulsionadas no início da semana, por conta da busca por uma alimentação mais saudável e com elevado teor de vitamina C, a fim de melhorar a imunidade neste período de pandemia. Assim, os preços tiveram média de R$ 17,76/cx de 27 kg nesta semana, colhida, alta de 61,1% em relação à semana passada.
0 comentário
Abertura oficial da 51ª Expocitros e 47ª Semana da Citricultura começa mais cedo em 2026 com a presença de autoridades e homenagens
Citros/Cepea: Preço da laranja fica abaixo do registrado em abril de 2025
Citros/Cepea: Com expectativa de menor oferta, preço da tahiti deve reagir em maio
Centro de Citricultura impulsiona estratégia e inovação em meio à nova fase da citricultura brasileira
Citros/Cepea: Safra 2026/27 se aproxima ainda sem definição sobre os contratos para a safra
Citros/Cepea: Nova safra se aproxima com incertezas nos contratos