Percevejos: Bom manejo na cultura da soja gera menor pressão da praga na 2ª safra de milho, orienta especialista

Percevejo marrom pode causar prejuízos de produtividade de até nove quilos por hectare/dia na soja, enquanto barriga verde impacta na cultura do milho; Bayer apresenta solução ideal de manejo
Publicado em 21/03/2023 14:03 e atualizado em 21/03/2023 14:44

O percevejo é uma praga que tem causado danos expressivos de produtividade na cultura da soja e do milho no Brasil. No caso da oleaginosa, os prejuízos podem chegar a nove quilos por hectare/dia e o bom manejo nesse caso tende a aliviar e muito a pressão na segunda safra de milho, segundo explica Rodrigo Singh, agrônomo especialista em desenvolvimento de mercado da Bayer.

Na soja, é o percevejo marrom – que normalmente já está presente no sistema – que causa danos, principalmente a partir da fase R3. Porém, é no final do ciclo de desenvolvimento dessa cultura que surge o barriga verde. Ele tende a perpetuar até o milho segunda safra, cultura na qual causa impactos severos nas primeiras fases. Para ambos, o manejo antecipado é fundamental.

"O jogo principal no manejo contra o percevejo, seja ele o marrom ou o barriga verde, é se antecipar e quebrar a dinâmica da praga para que ela não estabeleça colônia. Se o produtor inicia o processo de manejo depois que a praga se estabeleceu no ambiente, as medidas são paliativas, ou seja, o dano já começou, e o produtor rural vai apenas minimizá-lo", afirma Singh.

O agrônomo salienta que enquanto o percevejo marrom tem por hábito o caminhamento na soja, o barriga verde é praticamente uma praga de solo, que sai da palhada e que se alimenta do caule, o que tende a dificultar o manejo.

"Essa é uma praga migratória e que normalmente já está no sistema da soja. O percevejo tem o hábito de colonizar o ambiente, então ele vai atacar o milho segunda safra porque já estará presente nas áreas de soja, que é uma fonte de alimento muito importante, pois é rica em proteína", explica o agrônomo. Cerca de 25% a 30% da população do inseto no ciclo final da soja é de barriga verde.

Ele afirma que os produtores de grãos no Brasil têm errado no momento de iniciar o manejo do percevejo barriga verde. "Normalmente, o agricultor faz o manejo de percevejo até enchimento de grãos na soja somente e depois cessa, só que eles acabam esquecendo que tem também o barriga verde – que também causa prejuízos na cultura subsequente, o milho –. Além disso, é fundamental manejar a praga antes do final do desenvolvimento da soja para baixar a população e inibir esse percevejo colonizador para plantar o milho", ressalta.

"Sem manejo, a infestação de barriga verde já tende a causar impactos na cultura do milho. Se no final de desenvolvimento da soja, ela coincidir ainda com outras questões, como a seca, por exemplo, os danos tendem a ser potencializados na segunda safra de milho", afirma o agrônomo. 

Nas áreas de grãos que já têm histórico de barriga verde, a atenção precisa ser redobrada. "Nesses casos, tudo vai precisar começar com um bom tratamento de sementes, mas não se pode deixar de lado o foco no manejo inicial, inclusive na palhada, quanto mais cedo o produtor iniciar com os trabalhos, mais efetividade ele terá. E Curbix® é a ferramenta da Bayer que se encaixa muito bem nessas estratégias de manejo que eu mencionei", afirma Singh.

O inseticida Curbix®, lançado pela Bayer em 2021 conta com uma molécula inédita para a soja e o milho, de choque e período de controle prolongado, e se encaixa como a principal solução para esse momento de extremo cuidado que o produtor de grãos precisa ter, de acordo com o especialista da empresa.

Connect® também é um inseticida da Bayer que complementa a ação de Curbix® para o percevejo e outras pragas.

"Nos casos de alta pressão, também é preciso pensar em uma aplicação pós-emergente, com o milho em um estágio popularmente conhecido como palito ou caneta. O produtor também precisa se atentar para os intervalos de aplicação e entender que a sobreposição de ativos irá gerar um cenário melhor para ele", complementa Singh. "Um bom manejo para o percevejo automaticamente já auxilia também na cigarrinha", complementa.

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ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É PERIGOSO À SAÚDE HUMANA E ANIMAL, E AO MEIO AMBIENTE. USO AGRÍCOLA. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. CONSULTE SEMPRE UM AGRÔNOMO. INFORME-SE E REALIZE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS. DESCARTE CORRETAMENTE AS EMBALAGENS E OS RESTOS DOS PRODUTOS. LEIA ATENTAMENTE E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NO RÓTULO, NA BULA E RECEITA. E UTILIZE SEMPRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.

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Fonte:
Bayer

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