Queda dos preços do suíno na China é ponto de atenção para o setor no BR em 2023, aponta Itaú BBA
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Conforme reporte divulgado pelo Itaú BBA referente a vários produtos do agro brasileiro em janeiro, no caso da suinocultura os analistas detalham que, num prazo mais curto, o cenário da suinocultura chinesa sugere atenção.
Isso porque, mesmo com uma perspectiva positiva para as exportações da proteína brasileira in natura do Brasil, com preços em altos patamares atualmente, se vê na China o preço dos suínos cedendo desde novembro de 2022, após um ano de recuperação dos plantéis. "Isso "pode elevar a pressão sobre o preço do produto importado. O rebanho de matrizes suínas na China segue expandindo desde abril do ano passado, refletindo a melhora dos preços", informa o banco.
Apesar deste ponto de atenção, o Itaú BBA também expões que a Peste Suína Africana continua sendo um desafio em muitas regiões asiáticas e europeias, o
que deve proporcionar oportunidades ao Brasil, que também temavançado em acordos com importantes importadores globais, como o Canadá.
No caso do mercado interno, apesar da expansão de oferta pelo setor suinícola, é esperado uma certa redução na produção. Além disso, não se vê grandes chances de que os preços do milho e do farelo de soja, ingredientes essenciais na composição da ração dos animais, se acomodem.
"O desafio de repassar preços é maior com a oferta proporcionalmente elevada e, principalmente nos primeiros meses do ano, em que a demanda émenor e astemperaturasmais elevadas", aponta a análise.
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