Suinocultura independente: mesmo na segunda quinzena do mês, preços melhoram
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Esta quinta-feira (20) foi de preços melhores para o suinocultor independente das principais praças que comercializam o animal nesta modalidade. Segundo lideranças, a lei da oferta e da demanda está se impondo, com o mercado de olho nas comemorações de final de ano.
O preço do quilo do animal vivo no mercado independente em São Paulo subiu, passando de R$ 7,89/kg para R$ 8,00/kg nesta quinta-feira, segundo informações da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS).
Segundo o presidente da entidade, Valdomiro Ferreira, em novembro o mercado deve ter novos reajustes, já que é um mês bastante oportuno para exportação e consumo interno.
No mercado mineiro, o preço se manteve estável em R$ 7,60/kg, com acordo entre os frigoríficos e suinocultores, conforme dados da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg).
"O mercado está equilibrado em sua lei mais básica: oferta e demanda. Aqui em Minas os pesos dos animais nas granjas continuam baixos e a oferta, equilibrada a nível Brasil", apontou o consultor de mercado da entidade, Alvimar Jalles.
Em Santa Catarina, segundo dados da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o preço do animal aumentou, saindo de R$ 6,88/kg vivo para R$ 6,96/kg vivo.
No estado do Paraná, considerando a média semanal (entre os dias 13/10/2022 a 19/10/2022), o indicador do preço do quilo vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve alta de 3,62%, fechando a semana em R$ 6,52/kg vivo.
"Espera-se que na próxima semana o preço do suíno vivo apresente alta, podendo ser cotado a R$ 6,95/kg vivo", informa o reporte.
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