Suínos/Itaú BBA: elevação de preços na primeira semana de maio será difícil de sustentar
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Em análise divulgada pelo banco Itaú BBA nesta segunda-feira (16), o destaque fica para a dificuldade de sustentação dos preços da carne suína, que aumentaram na primeira semana do mês e agora apresentam queda. Este desafio está relacionado à resposta da demanda à fatores favoráveis ao consumo do produto, como temperaturas mais baixas e a alta competitividade frente à carne bovina e a de frango. "Esses pontos positivos do lado da demanda podem ter sua eficácia comprometida caso a oferta seja desproporcional à capacidade de absorção" pontua a instituição.
Quando se fala em exportações, a perspectiva do banco é que os embarques para a Chinasigam inferiores em comparação ao ano passado, ainda que os patamares estejam elevados historicamente. Os analistas destacam como ponto positivo as exportações para outros países, como Filipinas, Argentina, Tailândia e Singapura, entre outros menos relevantes.
A China, que viu preços da carne suína produzida localmente subirem no início do ano, depois caírem vertiginosamente, agora assiste a um movimento de recuperação, segundo o Itaú BBA, com altas de 12% para o animal vivo e para o suíno na parcial de maio sobre o mês anterior, enquanto a carne suína no atacado evoluiu 8,5 % na moeda local, retomando níveis vistos no início do ano.
"Vale destacar que o país asiático atravessa um momento desafiador em meio ao avanço da Covid-19 levando ao lockdown em algumas regiões e dificultando a logística interna, o que pode ter gerado uma elevação da demanda doméstica com os consumidores buscando estocar alimentos, algo que ocorreu em outros países no início da pandemia", pontua a análise.
Fonte: Notícias Agrícolas+Itaú BBA
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