Suínos: quinta-feira (14) fecha com cotações em alta
![]()
A quinta-feira (14) termina para o mercado de suínos com altas mais modestas, comparado ao que foi visto durante a semana . De acordo com análise do Cepea/Esalq, com preço mais competitivo frente a outras carnes, as vendas do vivo e da carcaça estão aquecidas. Além disso, a proximidade do fim da Quaresma e a expectativa de temperaturas mais amenas têm levado compradores a iniciarem a criação de estoques de carne suína.
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em em R$ 105,00/R$ 115,00, enquanto a carcaça especial subiu 2,30%/2,22%, custando R$ 8,90 o quilo/R$ 9,20 o quilo.
No caso do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (13), o preço ficou estável apenas em São Paulo, valendo R$ 5,91/kg. Houve alta de 0,82% no Rio Grande do Sul, chegando em R$ 4,91/kg, aumento de 0,64% em Santa Catarina, atingindo R$ 4,70/kg, avanço de 0,42% no Paraná, custando R$ 4,74/kg, e de 0,17% em Minas Gerais, fechando em R$ 5,78/kg.
Nesta quinta-feira (14), os preços do suíno comercializado no mercado independente tiveram alta na maior parte das praças produtoras. Lideranças da área pontuam que houve uma conjunção de fatores, como a semana de entrada da massa salarial, feriadão de Páscoa com fim da Quaresma e também a queda das temperaturas nas regiões Sul e Sudeste, o que anima o consumo.
0 comentário
Suinocultura cresce 2,2% em mão de obra ocupada, mas enfrenta retração geral no agro em 2025
Agroceres PIC finaliza primeira fase de povoamento em nova granja da Colonias Unidas no Paraguai
Dias quentes reduzem peso de suínos e geram prejuízos milionários ao setor
Avicultura impulsiona emprego na pecuária com alta de 7% na população ocupada em 2025
SP inicia atualização de rebanhos; suínos e aves também devem ser declarados
Estudo avança em técnica para evitar silenciamento genético na avicultura