Exportação de carne suína fecha março com queda em volume e preço médio da proteína
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De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta seexta-feira (1 de abril), as exportações de carne suína fresca, congelada ou resfriada até o final de março (22 dias úteis) seguem com desempenho baixo, com a China mais distante do mercado.
Segundo o analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, "o que mais preocupa é a queda do preço médio. O volume exportado tem caído, mas o preço preocupa mais", pontua. Ele explica que este é um cenário que gera preocupação em um atual ambiente de muita dificuldade para a suinocultura brasileira, já que esta movimentação no mercado externo altera o comportamento do mercado interno.
A receita obtida com as exportações de carne suína até o final deste março, US$ 174.352,855, representa 71,3% do montante obtido em todo março de 2021, que foi de US$ 244.256,161. No caso do volume embarcado, as 81.342,28 toneladas representa 84% em relação ao total exportado em março do ano passado, quantia de 96.795,392 toneladas.
Quando comparado ao resultado de fevereiro deste ano, a receita de exportações de carne suína de março, US$ 174.352,855, foi 26,4% maior que o mês anterior, quando foram registrados US$ 137.915,852. No caso do volume, as 81.342,28 toneladas embarcadas em fevereiro são 26,9% superiores que as 64.061,317 registradas em fevereiro de 2022.
O faturamento por média diária neste mês foi de US$ 7.925,129 quantia 25,4% menor do que março de 2021. No comparativo com a semana anterior, houve recuo de 13,2%.
No caso das toneladas por média diária, foram 3.697,376, houve redução de 12,1% no comparativo com o mesmo mês de 2021. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se diminuição de 14,11%.
Já o preço pago por tonelada, US$ 2143,446 neste março, é 15,1% inferior ao praticado em março passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa leve alta de 1%.
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