Desempenho do frango (vivo e abatido) na 32ª semana de 2021, segunda de agosto
O frango abatido completou a primeira quinzena de agosto atingindo o maior preço de todos os tempos. Mas não conseguiu escapar do arrefecimento de mercado que invariavelmente afeta o comércio de alimentos: na passagem do primeiro para o segundo decêndio (segunda semana de agosto, 32ª de 2021) viu suas cotações retrocederem e, com isso, encerrou o período de negócios (sexta-feira, 13) comercializado por valor pouco superior ao registrado no primeiro dia útil do mês (2).
Curiosamente, a cotação média da semana que passou (R$7,60/kg) foi a mesma alcançado na primeira semana de agosto. O que mudou de lá para cá foi a curva de preços: ascendente no início do mês; agora, descendente.
À média atual, o frango abatido registra valorização mensal de 8,11% e anual de 64,15%. É certo, porém, que esses índices decresçam à medida que esta segunda quinzena avance.
Quanto ao frango vivo, seus ganhos vêm sendo mais modestos: de 2,21% em relação a julho passado e de 53,85% em comparação a agosto de 2020. Mas são índices que, pelo menos por ora, tendem a permanecer inalterados, porque o produto disponível continua bastante ajustado à demanda.
Em outras palavras, se as altas são inviáveis (estamos numa segunda quinzena), a perspectiva de baixas também permanece um tanto distante. Assim, a tendência é de continuidade da cotação atual (R$6,00/kg), valor que, no último sábado (14) completou 31 dias de vigência.
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