Carne de frango in natura perde duas posições na pauta cambial brasileira
Mesmo tendo fechado os cinco primeiros meses de 2021 com incremento de quase 3% na receita cambial, a carne de frango in natura perdeu duas posições na pauta exportadora brasileira – tanto em relação ao mesmo período de 2020 quanto ao acumulado no primeiro quadrimestre deste ano.
Rememorando, em abril a carne de frango completou o quadrimestre como o sétimo principal produto exportado pelo Brasil. Já no fechamento do período janeiro-maio de 2021 volta a retroceder para a nona posição, o que significa que no grupo dos 10 principais produtos ficou à frente, apenas, do café em grão.
Desta vez o recuo se deve ao melhor desempenho, em maio, dos óleos combustíveis e da celulose, ocupantes, até abril, da 10ª e da 8ª posições, respectivamente. Mesmo assim, a participação dos dois produtos e da carne de frango na pauta cambial permanece muito próxima, com diferença de apenas 0,09 ponto percentual entre os óleos combustíveis e a carne de frango in natura.
De toda forma, a participação da carne de frango na pauta cambial completou o período apresentando recuo de 21,24% em comparação aos mesmos cinco meses de 2020, retrocedendo de 2,99% para 2,35% da receita cambial total.
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