Desempenho do frango (vivo e abatido) na 22ª semana de 2021, passagem de maio para junho
Embora tenha encerrado a semana passada (22ª de 2021, passagem de maio para junho) com uma valorização de mais de 5% em relação ao fechamento da semana anterior, o frango abatido completou o período com valor ainda inferior ao de 30 dias atrás.
Justifica-se: em maio, a primeira semana do mês correspondeu, também, à semana do Dia das Mães. Porém, a despeito do valor atual ser ainda menor que o de um mês atrás, a média alcançada nos três primeiros dias de negócios de junho já supera, ainda que ligeiramente, a média registrada no mês anterior. Assim, por ora está colocada como a melhor média mensal obtida pelo frango abatido em todos os tempos.
À primeira vista, os índices de evolução da corrente semana serão mais significativos e podem, inclusive, levar à superação do pico de preços de maio, ocasião em que, por seis consecutivos dias de negócios, registrou-se a maior cotação da história do setor.
Enfim, como é típico desta semana do mês, o momento é positivo. Favorece, inclusive, a ave viva que, no interior paulista, encerrou a semana passada (sábado, 5) obtendo novo reajuste de 10 centavos, o que significa que este novo período está sendo aberto com uma cotação de R$5,40/kg, este também o maior valor já registrado pelo frango vivo nos tempos modernos.
Interessante notar que – considerados os valores médios registrados na semana – o frango abatido apresentou diferença de pouco mais de 17% em relação ao frango vivo. Um ano atrás, na mesma semana, esse diferencial foi inferior a 10%. Aliás, houve momento (vide gráfico abaixo) em que, devido à paralisação de mercado causada pela pandemia, os dois preços se igualaram.
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