Mercado de suínos reage e cotações sobem nesta quinta-feira (8)

Esta quinta-feira (8) foi de movimento de início de recuperação nas cotações do mercado de suínos. De acordo com análise do Cepea/Esalq, as vendas da carne suína e, consequentemente, a demanda por novos lotes de animal vivo apresentam reação neste começo de abril, auxiliadas pelo bom ritmo nas exportações. Dados da Secex apontam que o Brasil embarcou 96,8 mil toneladas de carne suína in natura em março, aumento de 35,4% frente a fevereiro, significativos 53% acima do volume escoado em março/20 e um recorde, considerando-se a série da Secretaria, iniciada em 1997.
Em São Paulo, segundo a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 105,00/R$ 105,00, enquanto a carcaça especial subiu 3,70%/2,38%, chegando a R$ 8,40/R$ 8,60 o quilo.
No caso do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (7), o preço ficou estável em Minas Gerais, valendo R$ 5,99/kg, e no Rio Grande do Sul, R$ 5,73/kg.
Houve aumento no preço do suíno vivo de 1,40% em São Paulo, custando R$ 5,79/kg, avanço de 0,38% no Paraná, atingindo R$ 5,25/kg, e de 0,73% em Santa Catarina, fechando em R$ 5,49/kg.
Nesta quinta-feira (8), quando a maioria das bolsas de suínos são realizadas nas principais praças produtoras do país, o mercado começou a esboçar reação positiva nos preços. Segundo lideranças do setor, as exportações em bom ritmo em março, a menor oferta de animais para abate, a competitividade da proteína suínas frente à bovina e a alta nos custos de produção são fatores que motivaram este realinhamento nos valores.
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