Carne de frango: relação entre exportações e abate inspecionado nas 10 maiores UFs produtoras
A tabela abaixo aponta a representatividade das exportações de carne de frango frente à produção total (abates sob inspeção) das 10 principais Unidades Federativas (UFs) produtoras. Ela parte do princípio de que toda carne de frango exportada passa necessariamente por inspeção - neste caso federal.
A partir dessa premissa é possível constatar que pouco mais da metade (50,51%) da produção de carne de frango de Santa Catarina segue para o mercado externo.
Esse é o maior índice entre os 10 primeiros produtores, sendo seguido por Rio Grande do Sul (41,28% do total) e Paraná (36,88% do total).
As exportações do Mato Grosso do Sul (36,87% do total) apresentam índice de participação similar à paranaense, mas os volumes exportados são bem diferentes.
Considerado o total abatido sob inspeção nas 10 principais Unidades Federativas, observa-se que o volume por elas exportado representou 31,28% da produção inspecionada.
Notar que, entre os 10 maiores exportadores, apenas duas UFs não estão presentes nessa relação: o Distrito Federal e o Espírito Santo, respectivamente 9º e 10º exportadores em 2020.
O Distrito Federal não é citado porque, nos dados divulgados pelo IBGE, a produção inspecionada de UFs com menos de três abatedouros é desidentificada. Isto impede a avaliação da representatividade das exportações no total abatido pelo DF.
Já o Espírito Santo não participa do grupo dos 10: em 2020 registrou o 12º maior volume de carne de frango inspecionada (perto de 137 mil/t). Suas exportações (cerca de 8,2 mil/t) corresponderam a 6% dos abates totais.
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