Com aumento mínimo de volume, cortes e carne salgada não sustentam balança da carne de frango
Avaliado o desempenho, nos nove primeiros meses do ano, dos quatro principais itens da carne de frango exportada pelo Brasil – inteiro, cortes, industrializados e carne salgada – constata-se que apenas dois deles registram volume superior ao do mesmo período do ano passado, ambos com expansão de 1,5%: os cortes de frango e a carne salgada.
Aparentemente, porém, esse pequeno ganho tem sido obtido com grandes concessões nos preços, pois os dois itens são os que registram maior queda no preço médio. Os cortes, de 14%; e a carne salgada de, praticamente, 19%.
Em decorrência e como o aumento de volume foi mínimo, também a receita cambial desses dois itens se encontra negativa. Como, aliás, a receita cambial do frango inteiro e dos industrializados, ambos com volume e preço médio decrescentes.
0 comentário
Frango/Cepea: Alta dos insumos reduz poder de compra do avicultor paulista
Ovos/Cepea: Demanda se enfraquece, e preços recuam nesta 2ª quinzena
Suínos/Cepea: Mercado enfrenta período desfavorável, como em 2022
Frango/Cepea: Preços da carne reagem; embarques têm ritmo recorde
Ovos/Cepea: Exportações de processados atingem recorde para julho
Custos de produção de frango de corte e de suínos sobem em julho