Desempenho do ovo em julho de 2020
A odisseia do ovo prosseguiu em julho, mês em que os preços do produto retrocederam pelo terceiro mês consecutivo, situando-se no segundo menor nível de 2020. Ou seja: pior do que no mês passado, só os preços registrados em janeiro deste ano.
É verdade que, considerada a sazonalidade do produto, o desempenho no mês não fugiu à regra: os preços registrados em julho são, quase invariavelmente, inferiores aos do mês de junho. Porém, comparativamente aos valores obtidos no trimestre fevereiro-abril o retrocesso atual é de 25%. E os custos não retrocederam na mesma proporção, bem ao contrário.
Também é verdade que a média de preços alcançada no ano continua superando – mesmo considerado apenas seu valor nominal – os preços deflacionados de anos anteriores. É impossível esquecer, no entanto, que os ganhos até aqui obtidos se restringiram exatamente ao trimestre mencionado, tendo correspondido à primeira reação do consumidor ao isolamento social imposto pela pandemia.
Em outras palavras, é o tipo de reação que não deve se repetir. Assim, o ganho até aqui acumulado tende a se diluir à medida que o semestre avança.
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