Prosseguem as altas do frango vivo nos mercados paulista e mineiro
Ontem (21), pela sexta vez em apenas nove dias de negócios, o frango vivo – tanto o comercializado no Interior paulista como o de Minas Gerais – obteve reajuste de cinco centavos, sendo negociado por R$3,90/kg.
Agora, os ganhos são de 8,33% e 6,85% em relação aos valores vigentes há 30 dias; de 18,18% e 14,71% em um ano; e de 21,88% e 11,43% em relação ao que vigorava no final de 2019. Mas a maior diferença é observada na comparação com os preços vigentes 90 dias atrás, ocasião em que os valores alcançados retrocederam ao menor patamar de 2020.. Neste caso, a diferença a mais ora registrada fica próxima dos 34,5%, correspondendo a um adicional de R$1,00 por quilograma de frango comercializado.
Tal comportamento é reflexo, apenas, das alterações de mercado advindas das medidas adotadas para a contenção da disseminação do novo coronavírus. Claro, está sendo influenciado, neste instante, pela retomada das atividades econômicas. Mas é consequência, muito mais, da baixíssima remuneração obtida pelo setor produtivo cerca de 90 ou mais dias atrás quando, por conta do isolamento social, o mercado experimentou quase total paralisação. Então, a única ação plausível foi reduzir a produção.
Agora, com a produção novamente lucrativa, é sintomático que o volume produzido venha a aumentar. Mas – rememorando que, no caso do frango, o espaço de tempo entre ação e reação é de cerca de 70 dias, pelo menos – não soa equivocado afirmar que o aumento da oferta só ocorrerá no final de setembro. A expectativa, pois, é a de que até lá o consumo tenha voltado à normalidade plena.
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