Desdobramentos da Covid-19 continuam afetando exportações de ovos férteis
Em maio passado as exportações brasileiras de ovos férteis destinados à produção de pintos de corte aumentou quase 6% em relação ao mês anterior. Mas ficou mais de 60% abaixo do exportado um ano antes, em maio de 2019. Isto, apesar de naquele mês ter sido registrado o menor volume em um período de 12 meses.
Em outras palavras, pelo segundo mês consecutivo as exportações de ovos férteis ficaram resumidas a pouco mais de 5 milhões de unidades, menos de um terço do volume médio registrado no primeiro trimestre de 2020 – perto de 16,6 milhões de unidades mensais. Não por falta de produto ou de demanda externa, mas devido à interrupção generalizada do transporte aéreo.
Como consequência desses resultados, o acumulado nos cinco primeiros de 2020 mal chega aos 60 milhões de unidades, o que significa que é quase 40% inferior aos cerca de 98 milhões de unidades alcançadas entre janeiro e maio de 2019.
No acumulado dos últimos 12 meses o recuo o recuo não é muito diferente. E o total registrado, de 139 milhões de unidades (perto de 387 mil caixas de 30 dúzias) corresponde ao menor volume dos últimos três anos.
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