Nos EUA, registros de casos de Salmonella são relacionados a aves vivas
Poucos dias depois de os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) terem ressaltado a eficiência da vacinação dos planteis avícolas contra alguns tipos de Salmonella (daí proporem a ampliação dos programas de imunização), os EUA se veem às voltas com o problema em 28 diferentes estados norte-americanos.
No relato do próprio CDC, perto de 100 pessoas registraram infecção decorrente de Salmonella e 17 delas necessitaram de hospitalização. Não houve mortes, mas destaca-se o fato de que cerca de um terço dos infectados eram crianças com menos de 5 anos.
Desta vez, o problema não foi atribuído aos produtos avícolas e, sim, a aves vivas. E os próprios CDC se incubem de esclarecer a fonte da contaminação. Primavera e Verão – relembram – são estações em que significativa parte da população local adquire aves vivas (no caso, pintos de um dia) – para criação doméstica ou mesmo como pets.
Aves portadoras da bactérias podem parecer absolutamente saudáveis – explicam os CDC. Mas podem transmiti-las a um simples toque. Daí a recomendação para que “não sejam beijadas ou aconchegadas” e que não se deixe crianças com menos de 5 anos tocá-las, pois são as mais suscetíveis à infecção.
É prescrito, ainda, o mesmo remédio utilizado no momento para a prevenção da Covid-19: após algum contato com as aves, lavar cuidadosa e profundamente as mãos com água e sabão.
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