De acordo com a FAO, nem mesmo a carne suína escapou da baixa de preços em abril
Em abril, de acordo com a FAO, as três principais carnes comercializadas no mercado internacional enfrentaram redução de preço. Ou seja: nem mesmo a carne suína - hit do momento entre as três devido ao surto de peste suína africana – escapou dos desdobramentos da pandemia de Covid-19.
E a maior queda de preços do mês foi, exatamente, a da carne suína: redução de 4,4%. O preço da carne de frango retrocedeu 3,5%, enquanto o da carne bovina permaneceu em uma quase estabilidade (redução inferior a meio por cento).
É interessante constatar, no entanto, que a maior queda de preços deste ano recai sobre a carne bovina, que encerrou o primeiro quadrimestre registrando preço médio 15% inferior ao alcançado em dezembro de 2019. O índice de recuo da carne suína foi menor, de pouco mais de 6%. E, neste caso, a menos afetada foi a carne de frango, cujo preço em abril situou-se apenas 3,3% abaixo do registrado em dezembro passado.
Apesar de tudo, a carne suína é a única até aqui a registrar variação positiva de preço em relação a abril de 2019: incremento de 8,17%. Já as carnes bovina e de frango completaram o quadrimestre não só com preço inferior ao de um antes (menos 2,77% e menos 4,84%, respectivamente), mas também retrocedendo aos menores preços dos últimos 13 meses.
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