Ovos férteis: exportação se recupera, mas ainda é um quarto menor que a do mesmo período de 2019
Embora continuem em recuperação – no primeiro trimestre de 2020 aumentaram 28% em relação ao último trimestre de 2019 – as exportações brasileiras de ovos férteis destinados à produção de pintos de corte continuam registrando resultados negativos em comparação ao mesmo período do ano passado.
Em março último, o total embarcado – 17,940 milhões de unidades, o equivalente a quase 50 mil caixas de 30 dúzias – atingiu o maior volume dos últimos 12 meses. Mas, ainda assim, completou 12 meses consecutivos de resultados negativos comparativamente a idêntico mês do ano anterior. Dessa forma, embora tenha aumentado 12,3% em relação a fevereiro/20, ficou 16,6% abaixo do registrado em março de 2019.
Em decorrência dos ainda fracos resultados alcançados, o total exportado no primeiro trimestre de 2020 – cerca de 50 milhões de unidades – apresenta redução de 26,14% sobre o mesmo trimestre de 2019. Mas a queda no acumulado dos últimos 12 meses é ainda mais significativa – de 31,60%.
Não custa lembrar que, após registrar volumes recordes no primeiro trimestre de 2019, as exportações de ovos férteis passaram a recuar para o atendimento da forte demanda surgida no mercado interno. Agora, está claro, essa demanda desapareceu. Mas, por enquanto, o mercado externo permanece uma incógnita, devido à pandemia de Covid-19.
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