Suíno: quedas fortes no mercado em meio à redução de demanda

A semana termina com novos recuos para os preços no mercado de suínos. No caso das vendas por suinocultores independentes, a queda chegou a 4,96% para o quilo do animal vivo, como foi em Santa Catarina, e 7,23% para o quilo da carcaça em São Paulo.
De acordo com análise do Cepea/Esalq, o atual cenário de quarentena e distanciamento social tem reduzido a demanda de restaurantes, escolas, hotéis e outros serviços de alimentação por carnes.
Assim, segundo informações do Cepea, o volume de negociação envolvendo suíno vivo, carnes e cortes já está menor, resultando em baixas significativas nos valores desses produtos.
Em São Paulo, de acordo com informações da Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF teve desvalorização de 3,85%/3,74%, chegando a R$ 100/R$ 103, enquanto a carcaça especial caiu 7,23%/6,43%, fechando em R$ 7,70/R$ 6,43.
No caso do suíno vivo, segundo dados do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (26), o preço só ficou estável no Rio Grande do Sul, em R$ 5,11/kg. A queda em Minas Gerais foi de 2,35%, chegando a R$ 5,40/kg, redução de 0,92% no Paraná, com valor de R$ 5,37/kg, baixa de 0,35% em São Paulo, cotado em R$ 5,66/kg, e de 0,19% em Santa Catarina, fechando em R$ 5,21/kg.
No caso da venda de suínos no mercado independente, não houve acordo d evenda em Minas Gerais, e a sugestão de preço feita pela Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (ASEMG) é de R$ 5,20/kg para o animal vivo. No dia anterior, o preço era de R$ 5,40/kg, o que significa que houve um recuo de 3,70%.
Em Santa Catarina, o suíno vivo no mercado independente foi negociado na quinta-feira a R$ 5,37/kg, queda de R$ 0,28 de um dia para o outro, o que representa redução de 4,96%.
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