Carne de frango: evolução, em um quinquênio, dos quatro itens exportados
Relativamente estáveis nos últimos cinco anos – entre 2014 e 2019 o volume embarcado variou menos de 4% abaixo e acima da média do período – as exportações brasileiras de carne de frango fecharam 2019 com um incremento de 3,15% em relação a 2014.
Mas essa estabilidade ficou restrita ao volume total, porquanto cada um dos quatro itens exportados apresentou variações significativas. Em resumo, o aumento de volume se restringiu aos cortes de frango; os outros três itens apresentaram redução de volume.
Em valores relativos, a queda mais sensível recaiu sobre os industrializados, cujo volume em 2019 foi quase 40% menor que o de 2014. Na sequência vem a carne de frango salgada: no último ano do quinquênio seu volume foi quase um terço menor que em 2014.
Na mesma linha de raciocínio, a menor queda – redução de 23% – foi a do frango inteiro. Mas que, em valores absolutos, apresentou significativa retração: 333 mil toneladas a menos que em 2014.
Felizmente os embarques de cortes neutralizaram essas três quedas, pois aumentaram 26%, índice que correspondeu a um volume adicional de cerca de 583,6 mil toneladas.
Com esse desempenho a participação dos cortes no total exportado subiu de 55% para (valores arredondados) 67% - aumento de 22% - enquanto a participação do frango inteiro recuou de 36% para 27% - redução superior a 25%.
Por sua vez, a participação dos embarques, somados, de industrializados e carne salgada registrou retração de quase 38%. Em 2014, corresponderam a 8,67% do volume total exportado; no ano passado ficaram em 5,39% do total.
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