Ibrafe: Produtor que ganha acompanha de perto o mercado
Quanto mais informação chegar ao produtor e aos comerciantes, melhor para o setor. É por esta razão que realizaremos, até o final do ano, 11 Fóruns, no Paraná, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso. Neste estado, o primeiro evento será em Canarana, um polo de irrigação que tem grande potencial de crescimento daqui para frente. À medida que cresce, é essencial entender como funciona esse mercado, que causa receio em muitos produtores.
Nos últimos anos, o Feijão-carioca foi o que mais evoluiu no mundo, sem qualquer exagero. Que outro Feijão se produz perto de 2 milhões de toneladas com constante aumento de produtividade? Além disso, houve uma mudança significativa no poder de negociação. Antes, os produtores precisavam vender rapidamente, antes que escurecesse, como se fosse um “alface”. Agora, o produtor pode administrar a venda de acordo com a perspectiva de produção e consumo.
Há muito a aprender com estratégias de manejo e comercialização de Feijões, como o vermelho, rajado e preto. No sequeiro, o mungo preto e o verde também tendem a desbancar, em volume, as cultivares de Feijão-caupi do Mato Grosso. À medida que ganhamos espaço em mercados como o indiano e o chinês, esses Feijões terão importância crescente na produção nacional. No entanto, é crucial acompanhar de perto o que acontece no mundo a cada novo plantio, para evitar a produção de um Feijão que, em determinado ano, não tenha liquidez.
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