Ibrafe: Mercado do feijão com estabilidade e maior demanda
O mercado voltou a manter a estabilidade de preços pagos aos produtores nas fontes de Goiás e Minas Gerais, com indicações de maior procura, tanto lá como no estado de São Paulo, por parte dos empacotadores no dia de ontem. Isso só está ocorrendo porque se de um lado há quem precise vender por ter vencimentos inadiáveis para o mês de agosto, há também um grande contingente de produtores que estão dispostos a esperar.
No curtíssimo prazo, nada mudou para os meses de agosto e setembro, mas o horizonte para ainda o ano de 2023 pode indicar possibilidade de melhora nas cotações. É verdade que ainda não há grande colheita ocorrendo no Mato Grosso. Lá, os produtores mantêm, devido à pouca disponibilidade até agora, os R$ 250 por saca de 60 quilos e, portanto, para os produtores do Mato Grosso vale aproveitar enquanto houverem compradores, sabendo que a tendência é aumentar a oferta também naquela região, assim como está ocorrendo agora nos outros estados.
É fundamental que os produtores, onde quer que estejam no país, olhem atentamente para a planilha abaixo.
0 comentário
Anec vê aumento nas exportações de soja do Brasil em agosto e recuo para o milho
Arroz/Cepea: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses
Feijão e legumes puxam alta de alimentos essenciais em junho no Brasil, aponta estudo
Feijão/Cepea: Maior oferta pressiona carioca; preto segue mais estável
Mercado de defensivos para arroz irrigado movimenta US$ 262 milhões, com ligeira queda frente à safra anterior
Arroz/Cepea: Oferta restrita sustenta altas, mas chuvas limitam negociações