Ibrafe: Exportação brasileira de pulses desaba 35% no primeiro semestre de 2022
Mesmo com poucos negócios realizados ontem, pode-se perceber que a paridade está de volta entre Minas Gerais e Goiás. Os valores reportados no Vale do Araguaia foram de R$ 320 e em Minas Gerais a diferença de ICMS que é cobrado em Goiás. É verdade também que deste valor para baixo há um bom volume de Feijões circulando. Os comerciais, aquele Feijão que atende ao consumidor que se obriga a comprar pelo preço, está circulando e atendendo ainda parte considerável da demanda. O Feijão-preto ontem manteve as referências entre R$ 210/220 por produto de melhor qualidade. Com pouco Feijão durante todo o primeiro semestre, já era esperado que os números da exportação recuassem, e foi o que aconteceu. O setor tratou de atender primeiramente à demanda nacional. Ainda assim, os preços ficaram acima da média histórica este início de ano. A exportação até o mês de junho fechou com 35% de queda em relação ao mesmo período do ano passado. De 52.033 para 37.608 toneladas. Isto levou à diminuição do ritmo de vendas de Feijões como Mungo, Rajado e Vermelho, e eles vêm sendo absorvidos no mercado interno.
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