Feijão-preto bate R$ 325 e Feijão-carioca vendendo bom volume
Foram relatados ontem, para o PNF – Preço Nacional do Feijão, por produtores e cerealistas, 83.000 sacas vendidas. Os preços oscilaram de R$ 260, nota 8, em Minas Gerais, passando por R$ 265, nota 8, fraco, na Bahia, até lotes em São Paulo a R$ 295. O Feijão-preto foi vendido nas lavouras de São Paulo por R$ 325. O mercado é franco e aberto e produtores que ainda têm Feijão armazenado vão limpando os armazéns.
Ônus para todo lado e onde estão os bônus?
Modernidade, inovação. Quando experientes produtores ouvem isso, ficam com um pé atrás, afinal isso trará mais um ônus. Ou terá algum bônus? Atualmente, estão em pauta discussões que dizem respeito à legislação que já existe e que não vinha sendo cumprida. Ontem, na Câmara Setorial do Feijão, no MAPA, foram discutidas formas de que os produtores se comprometam em utilizar somente os produtos recomendados para o Feijão. Nada de glifosato para dessecação. Isso já é sabido, mas como há os espertinhos, as maçãs podres do setor, todos deverão colocar na nota fiscal que aquele produto foi produzido debaixo das normas vigentes, não sendo utilizados defensivos sem recomendação para a cultura.
Está na Casa Civil, para sanção presidencial, o reforço para que a comercialização de grãos salvos acabe. Porém o importante é que não será reponsabilidade apenas do produtor, mas também do cerealista que vende cultivares de Feijão-carioca, preto, caupi e rajados que têm detentores e que não são hoje remunerados. No entanto, os grãos salvos já não podem ser comercializados.
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