Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
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Os preços do café passaram a operar de forma mista nas bolsas internacionais no fim da manhã desta sexta-feira (8), com o mercado tentando recuperação técnica em Nova York enquanto Londres perdeu força diante do avanço da colheita brasileira de conilon.
Por volta das 12h27, pelo horário de Brasília, o arábica trabalhava em alta na ICE Futures US. O contrato julho/26 era negociado a 274,65 cents/lbp, avanço de 140 pontos. O setembro/26 subia 210 pontos, cotado a 267,25 cents/lbp, enquanto o dezembro/26 avançava 165 pontos, valendo 260,50 cents/lbp.
Já o robusta operava próximo da estabilidade na ICE Europe. O contrato julho/26 era negociado a US$ 3.431 por tonelada, com recuo de 1 ponto. O setembro/26 caía 9 pontos, cotado a US$ 3.312 por tonelada, e o novembro/26 perdia 11 pontos, negociado a US$ 3.225 por tonelada.
O mercado segue bastante volátil e continua reagindo principalmente ao avanço da safra brasileira 2026/27. No arábica, operadores acompanham o ritmo ainda gradual da colheita em Minas Gerais e São Paulo, além das condições climáticas nas principais regiões produtoras. Já no robusta, a entrada mais intensa da safra de conilon no Espírito Santo mantém pressão sobre as cotações em Londres.
Apesar da pressão da oferta, agentes do mercado também monitoram fatores climáticos e a movimentação dos fundos especulativos, que seguem ajustando posições após as fortes quedas registradas nesta semana.
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