Mercado cafeeiro mantém a volatilidade na manhã desta 6ª feira (31)
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Os preços do café seguem com fortes e constantes oscilações nas bolsas internacionais, e trabalhavam recuando moderadamente na manhã desta sexta-feira (31).
Segundo boletim do Escritório Carvalhaes, os fundamentos de mercado continuam os mesmos: incertezas climáticas, que seguem afetando a produção do Brasil e dos demais países produtores, os baixos estoques globais, e a expressiva queda em 2025 dos embarques de café do Brasil.
Relatório da Pine Agronegócios destaca que dentro do cenário do café Robusta, o presidente americano Donald Trump já deu sinais que poderia retirar as tarifas sobre o grão do Vietnã, fato que, inclusive, deve/pode ocorrer juntamente com a retirada das tarifas adicionais do Brasil. "Em nossa tese, os estoques de café nas torrefações dos Estados Unidos já entraram em nível critico e que se as compras não ocorrerem em volume agora em novembro, o inverno nos Estados Unidos será de consumo do produto apenas da mão para boca, com maior alta ainda ao consumidor americano. Olhando para esse contexto de demanda que pode vir dos EUA e da movimentação atual dos diferencias, reforçamos nossa tese de que se as tarifas adicionais caírem, o movimento mais provável será de queda nos futuros de Arábica, contudo, elevação dos diferenciais", completa ainda o documento.
Perto das 9h50 (horário de Brasília), o arábica registrava queda de 515 pontos no valor de 386,85 cents/lbp no vencimento de dezembro/25, uma perda de 385 pontos negociado por 368,40 cents/lbp no de março/26, e um recuo de 445 pontos no valor de 353,70 cents/lbp no de maio/26.
O robusta trabalhava com alta de US$ 37 no valor de US$ 4,622/tonelada no contrato de novembro/25, uma desvalorização de US$ 85 cotado por US$ 4,556/tonelada no de janeiro/26, e uma queda de US$ 80 no valor de US$ 4,479/tonelada no de março/26.
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