Preços do café seguem com ganhos de mais 3% nas bolsas internacionais no início da tarde desta 6ª feira (11)
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Os preços do café seguem trabalhando com fortes altas nas bolsas internacionais no início da tarde desta sexta-feira (11).
A colheita no Brasil se aproxima, mas a safra foi prejudicada pela seca e calor excessivos. Segundo o engenheiro agrônomo e pesquisador da Fundação Procafé, André Moraes,
o veranico brasileiro deste ano também afetou a granação/maturação dos grãos de café, e a baixa densidade dos frutos pode aumentar ainda mais o percentual de quebra já prevista para safra brasileira 2025.
Após o Presidente Donald Trump adiar as tarifas recíprocas, o mercado voltou a ser pressionado pelos fundamentos. Mas, de acordo com boletim do Escritório Carvalhaes,
ainda é preciso aguardar os desdobramentos das negociações sobre a implantação das “tarifas recíprocas” para uma análise mais segura. "O quadro continua sendo de enormes incertezas, e teremos de aguardar o desenvolvimento das negociações em meio às rápidas mudanças de opinião do presidente americano. É impossível prever o que acontecerá nos próximos dias e semanas", completa o documento.
Perto das 12h40 (horário de Brasília), o arábica avançava com alta de 1.345 pontos no valor de 356,30 cents/lbp no vencimento de maio/25, um aumento de 1.095 pontos no valor de 352,55 cents/lbp no de julho/25, um ganho de 1.015 pontos cotado por 347,60 cents/lbp no de setembro/25, e uma alta de 905 pontos negociado por 341,70 cents/lbp no de dezembro/25.
O robusta registrava alta de US$ 160 no valor de US$ 5,097/tonelada no contrato de maio/25, uma valorização de US$ 138 negociado por US$ 5,034/tonelada no de julho/25,
um ganho de US$ 133 no valor de US$ 4,966/tonelada no de setembro/25, e um aumento de US$ 149 cotado por US$ 4,916/tonelada no de novembro/25.
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