Mercado do café segue volátil e com quedas nas bolsas internacionais no início da tarde desta 5ª feira (13)
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De acordo com levantamento divulgado nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção brasileira de café em 2025 está estimada em 52,8 milhões de sacas de 60 kg, acréscimo de 0,4% em relação à previsão do mês anterior com ajuste na expectativa para grãos canéforas. Este ano então teria um declínio de 7,5% na comparação com 2024, em decorrência das reduções de 2,5% na área a ser colhida e de 5,1% na produtividade. Os dados mostram que a safra de café arábica está estimada em 34,9 milhões de sacas de 60 kg, declínios de 0,1% em relação ao mês anterior e de 12,8% em relação ao volume produzido em 2024, tudo isso em decorrência do clima seco e estresse hídrico prolongado registrados no ano passado.
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Segundo boletim do Escritório Carvalhaes, as fortes oscilações do mercado cafeeiro nada tem a ver com os fundamentos, que continuam os mesmos: os estoques são baixos, tanto nos países produtores como nos consumidores, os problemas climáticos se sucedem em todo o mundo,e temos um cenário apertado neste segundo semestre do ano-safra brasileiro (janeiro a junho), indicando dificuldades para abastecermos o consumo interno e nossas exportações nos próximos meses.
Perto das 12h30 (horário de Brasília), o arábica registrava queda de 725 pontos no valor de 392,20 cents/lbp no contrato de março/25, uma baixa de 75 pontos negociado por 386,00 cents/lbp no de maio/25, um recuo de 30 pontos no valor de 378,25 cents/lbp no de julho/25, e um aumento de 20 pontos cotado por 370,15 cents/lbp no de setembro/25.
O robusta trabalhava com a baixa de US$ 22 nos vencimentos de março/25 e setembro/25 negociado por US$ 5.515/tonelada e US$ 5.396/tonelada, um recuo de US$ 36 no valor de US$ 5.472/tonelada no de maio/25, e uma queda de US$ 32 no valor de US$ 5.452/tonelada no de julho/25.
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