Mercado do café segue trabalhando com ajustes técnicos e realizações de lucro no início da tarde desta 6ª feira (07)
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Os preços do café seguem trabalhando com quedas nas bolsas internacionais no início da tarde desta sexta-feira (07).
De acordo com boletim do Escritório Carvalhaes, os fundamentos do mercado permanecem os mesmos: os estoques são baixos, tanto nos países produtores como nos consumidores, e os problemas climáticos se sucedem em todo o mundo. "No Brasil, temos um cenário apertado neste segundo semestre do ano-safra (janeiro a junho), indicando dificuldades para abastecermos o consumo interno e nossas exportações nos próximos meses, uma vez que é muito pouco o que ainda resta de café da safra atual em mãos dos cafeicultores. Com esse final de estoques, teremos de atender até maio o consumo interno brasileiro, de aproximadamente 1,7 milhão de sacas por mês, e nossas exportações de março, abril, maio e junho" completa o documento.
Segundo Heberson Sastre, gerente da mesa de operações da Minasul, essas fortes oscilações nas bolsas internacionais têm o respaldo dos fundamentos a longo prazo, mas no momento essa queda está mais relacionada com o lado financeiro, com a parte técnica do mercado e com fundos de investimentos.
Perto das 12h30 (horário de Brasília), o arábica trabalhava com baixa de 2.250 pontos no vencimento de março/25 no valor de 393,00 cents/lbp, uma queda de 545 pontos negociado por 381,70 cents/lbp no de maio/25, um recuo de 530 pontos no valor de 372,25 cents/lbp no de julho/25, e uma queda de 495 pontos cotado por 363,00 cents/lbp no de setembro/25.
O robusta registrava uma perda de US$ 117 no valor de US$ 5.335/tonelada no contrato de março/25, um recuo de US$ 47 no valor de US$ 5.380/tonelada no de maio/25, uma baixa de US$ 44 no valor de US$ 5.342/tonelada no de julho/25, e uma queda de US$ 46 cotado por US$ 5.273/tonelada no de setembro/25.
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