Baixos níveis dos estoques trazem preocupação sobre oferta e arábica sobe mais de 2% em NY
![]()
Os preços do café trabalhavam com fortes ganhos nas bolsas internacionais no início da manhã desta segunda-feira (03).
Perto das 9h (horário de Brasília), o arábica trabalhava com o aumento de 30 pontos no valor de 379,05 cents/lbp no vencimento de março/25, um ganho de 1.200 pontos no valor de 385,05 cents/lbp no de maio/25, uma alta de 1.125 pontos negociado por 376,00 cents/lbp no de julho/25, e um avanço de 1.060 pontos cotado por 366,60 cents/lbp no de setembro/25.
Já o robusta registrava uma queda de US$ 39 no valor de US$ 5.355/tonelada no contrato de março/25, uma alta de US$ 177 negociado por US$ 5.507/tonelada no de maio/25, um aumento de US$ 164 no valor de US$ 5.454/tonelada no de julho/25, um ganho de US$ 166 no valor de US$ 5.394/tonelada no de setembro/25.
Segundo boletim do Escritório Carvalhaes, temos um cenário apertado neste segundo semestre do ano-safra brasileiro (janeiro a junho), indicando dificuldades para abastecermos o consumo interno e nossas exportações nos próximos meses.
De acordo com informações da Reuters, os cafeicultores brasileiros venderam quase todos os seus grãos meses antes da nova safra, já que os preços globais quase dobraram para máximas históricas nos últimos 14 meses.
Na sexta-feira (28/02), os estoques do café robusta monitoradas pela ICE caíram para uma baixa de 2 meses de 4.247 lotes, e os do café arábica se recuperaram para uma alta de 1 semana de 809.128 sacas, de acordo com informações do Barchart.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais